sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Dançando o Feminino na Arca


Vivências do Feminino

Corpo e Movimento

22 E 23 DE JANEIRO DE 2011*
Instituto Arca Verde – São Francisco de Paula – RS

Aprender a dançar a vida é fundamental para as mulheres que se vêem perdidas nos tantos papéis que exercem no dia-a-dia. Pelo movimento nos conectamos com a nossa essência de deusas e homenageamos o Sagrado presente em cada uma. Com os pés na terra e os braços erguidos ao céu, damos as mãos e alçamos juntas esse vôo de ritmo e contato, revivendo as antigas tradições! A Terra chama por suas filhas, vamos cirandar juntas!
*chegada no dia 21 a tarde e noite, com jantar incluído

Sábado 22/01
- Desjejum
- Abertura (Ritual do Movimento)
- Danças Circulares I
- Almoço
- Vivência dos 5 ritmos
- Oficina de dança afro
- Jantar
- Celebração dançante
Domingo 23/01
- Meditação dinâmica
- Desjejum
- Vivência em dança somática
- Danças Circulares II
- Almoço
- Tarde livre opcional (banho de lago, trilha ecológica)
Contribuição Sugerida
R$ 95 em camping ou R$115 em alojamento.
Inclui alimentação vegetariana saudável e hospedagem.
Informações e inscrições:

domingo, 19 de dezembro de 2010

La pequeña muerte

No nos da risa el amor cuando llega a lo más hondo de su
viaje,
a lo más alto de su vuelo: en lo más hondo, en lo más alto,
nos arranca gemidos y quejidos,
voces de dolor,
aunque sea jubiloso dolor,
lo que pensándolo bien nada tiene de raro,
porque nacer es una alegría que duele.
Pequeña muerte, llaman en Francia
a la culminación del abrazo,
que rompiéndonos nos junta y
perdiéndonos nos encuentra y
acabándonos nos empieza.
Pequeña muerte, la llaman;
pero grande , muy grande ha de ser,
si matándonos nos nace.
(Eduardo Galeano)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A alegria de germinar sentimentos


Muita coisa nova tem acontecido nos ultimos tempos.
Sentimentos em ebulição, criatividade artística, novos dons, novos amigos, novas culturas, novos problemas, novos caminhos, novos desafios, novas descobertas...
Tudo novo e ao mesmo tempo ancestral.
Me conheço (e ao mundo) de uma diferente forma a cada dia.
Um novo outono em minha vida me trouxe muita nova bagagem fisica, mental, corporal e espiritual.
E junto a essa morte (porque um presente naturalmente morre para que venha um novo presente), já sinto o germinar das sementes.
Cada uma em sua profundidade e ensinamento.
Vejo mais cores no mundo e mais beleza no verdadeiro.
Respiro um novo sentimento sem nome e portador de um mergulho sem fim.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Porque ver incolor o milagre que se manifesta?

sábado, 27 de novembro de 2010

El amor es bailar


A música suavemente movimentava meus pensamentos
Tranquilamente fui deixando que ela descesse ao meu coração
De aí aos meus pés foram somente minutos.
Os braços entrelaçados hora conduziam, hora deixavam-se guiar, e nisso criamos um arco de aconchegante abraço
Um ritmo amoroso (como deve ser a vida) se criou, e ondulosamente nos balançamos alguns palmos acima da terra.
A dança foi nos levando até a imensidão do céu e, concomitantemente às profundas raízes de nós mesmos e de toda teia viva Terra.
Assim permanecemos, num movimento sem tempo e espaço, somente de presença e respiração.
Agora, tenho a poética alegria de saber que em algum lugar do espaço estaremos nessa mesma sensação de totalidade e alegria
Além de, eternamente dançando...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Na beira do precipício


Sinto que ser mulher é estar sempre a beira de pular de um precipício,

e esse precipício é a chance que damos a nós mesmas de nos adentrarmos.

Se pulamos ( e afortunadamente muitas vezes pulamos), plainamos suavemente, e numa intensa e ventosa queda vamos nos enxergando mais de dentro.

Nessa queda não há paradas intermediárias e vamos exatamente aonde teremos maior aprendizado.

Temos muitas opções de caminho.

Podemos voltar ao precipício que estavamos e tentar pular de novo ao mesmo vazio;

podemos buscar novos precipícios, mais profundos e obscuros.

A todo momento temos a escolha de voar ou ficar.

Ambas escolhas necessárias.

Podemos pular por muitos motivos.

As vezes também somos empurradas e empurramos.

É de grande importância estar presente em si nessa queda, para que nada se perca ou nos escape.

Meu coração alado se identifica com as que pulam respondendo a esse chamado de se profundizar.

Nesse momento somente invoco para mim e para todas, coragem, entrega, beleza e desfrute ao cair.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Navegar é preciso, viver não é preciso...


Sábio ditado português, que inspirou Pessoa e tantos outros transbordantes de poesia, e faz um trocadilho com a precisão e a necessidade de fluir.
Nós mulheres e homens, somos pequenos barcos com olhos que abrangem imensidões.
Nesse presente vejo a beleza ondulosa de Gaia, vejo a profundidade de nossos humanos sonhos e sinto com todo o meu corpo (e com o dela), a unicidade desse encontro.
Me sinto uma colorida "petaludha", que voa livremente, beija carinhosamente flores e ama com a extensão do ar.